The "Portuguese" ocean. A treasure to be valued.

Magazine issue dedicated to the economy of the sea, where A4F talks about its projects, objectives and challenges.

Transcription of part of the article below (in Portuguese):

Algas como futuro

A A4F – Algae for future – viu na I&D, produção e comercialização de microalgas uma oportunidade de negócio única “na sequência do aumento de interesse nas microalgas como possível fonte de matéria-prima para biocombustíveis, alimentação animal, alimentação humana e como fonte de extratos de valor acrescentado, para se dedicar à engenharia de produção”.

A equipa é especialista no design, construção, operação e transferência de unidades industriais de produção de microalgas consoante os objetivos de cada cliente.

Além da consultoria, a empresa também possui um Laboratório de Inovação e uma Unidade de Produção Experimental que os ajuda na prestação de serviços
técnicos de apoio aos seus clientes. No entanto, também estão focados na formação de pessoal especializado em produção de microalgas à escala laboratorial, piloto e industrial. Paralelamente, participam em vários projetos europeus de I&D e ainda realizam o LiMBAC – Lisbon Microalgae Biotechnology Advanced Course. Este curso bienal aborda a biologia, engenharia, gestão e comercialização por detrás de uma produção de microalgas. Com duas edições já realizadas, reuniu estudantes universitários e profissionais de mais de 30 países.

Apesar dos desafios que têm encontrado, e que se prendem com dificuldades de “licenciamento e questões regulamentares para uma atividade que por um lado é recente e por outro que gera relacionamentos e impactos com muitas entidades governamentais”, com as “limitações logísticas e de acesso a fornecedores em áreas tecnológicas relacionadas com os equipamentos utilizados”, mas também com a “falta de conhecimento do setor e do seu enorme potencial, fora dos círculos científicos mais informados e, especialmente, junto do setor financeiro”, a A4F tem prosseguido a sua atividade desde 2008 e defende que, embora este tipo de barreiras exista com menor relevância no centro da Europa, estas geografias não têm os recursos geoclimáticos do nosso país. Neste sentido, a empresa acredita que 2018 “será provavelmente o melhor ano de sempre para a A4F, pois será um ano de concretização dos resultados do trabalho que tem sido desenvolvido nos últimos dois anos. Para além do previsto lançamento de dois novos projetos de produção industrial em Portugal, iremos avançar com a exportação de tecnologia já projetada, para África (Marrocos) e para o Médio Oriente (Qatar)”. Contudo, “o maior desafio será ainda a nível nacional: a gestão de um projeto inovador na área das microalgas, que colocará Portugal como exemplo de produção integrada de microalgas com a indústria, e como exemplo de sustentabilidade ambiental, económica e social” – o Algatec, situado na Póvoa de Santa Iria.

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